quarta-feira, 9 de setembro de 2009

José Costa Leite


José Costa Leite nasceu em 27 de julho de 1927, em Sapé (Paraíba). Diz que nunca freqüentou a escola, tendo aprendido a ler soletrando folhetos de cordel.
Em 1938, muda-se com a família para Pernambuco, fixando residência em Condado, cidade onde mora até hoje. Ainda criança, trabalha nas plantações de cana-de-açúcar e faz seus primeiros versos imitando o cordel.
Em 1947, começa a vender folhetos nas feiras do interior e, em 1949, publica seus primeiros títulos: Eduardo e Alzira e Discussão de José Costa com Manuel Vicente. Logo em seguida, improvisa-se xilógrafo, gravando na madeira a imagem que ilustra seu terceiro título, O rapaz que virou bode. Torna-se, assim, um profissional polivalente, exercendo todas as atividades ligadas à literatura popular: é poeta, editor, ilustrador e continua a vender folhetos, de feira em feira.

Francisco Maringelli


Nasceu em São Paulo, SP em 1959.É gravador, xilógrafo e professor, frequentou curso livre do ateliê de pintura, gravura do Museu Lasar Segall entre 1980 e 1981.
Formou-se pela USP (Escola de Comunicação e Artes) em 1984 e USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo) em1989. A partir de então passou a ministrar várias oficinas e cursos em instituições como Museu de Gravura de Curitiba, Oficina Cultural Oswald de Andrade em São Paulo, Fundação cultural Cassiano Ricardo, Centro universitário Maria Antonia? USP e em 1994 recebe a importante BOLSA VITAE para desenvolvimento do Projeto Grandes Formatos na Gravura em Relevo.
Segundo Leon Kossovitch e Mayra Laudanna (Itaú Cultural) " Para Farncisco J. Maringelli, a Cidade é o espaço que suas exposições preferem: as madeiras e os sintéticos vão recebendo papel que, impresso, também se expõe em interiores.
Exterior ou interior a exposição lida com gravuras de muitas dimensões. No exterior, distribuem-se volantes gravados que divulgam por escrito, mas também combinando textos e figuras, o que acontece na Cidade."Para L.A. Bagolin (www.maringelli.com.br), o artista preocupa-se com o estudo de representações visuais pessoais que servirão como início de criação de metáforas da condição humana e assim para a reflexão a respeito de seus significados.para isto, Maringelli inspira-se em obras importantes de artistas dos séculos XVII e XVIII, utilizando-se da técnica de "Natureza-morta".
Texto de autoria de Bruna Galfi 5.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O Encontro!!!

Era uma vez uma alienígina que gostaria de conhecer vários personagens do mundo. Então um dia, ela pegou sua nave espacial e para a Terra foi para realizar seu desejo...




Tatá, a alienígena pousou no polo norte e encontrou o boneco de neve, eles se conheceram e foram para o sítio do Pica-Pau Amarelo conhecer a Emília... Ela comentou como era o local onde ela vivia e sugeriu ir para a terra da Páscoa.




Na terra da Páscoa eles conheceram o famoso coelho da Páscoa, ele mostrou como se faziam os ovos e como trabalhava duro. Para conhecer outros personagens eles foram para a Disney o lugar mais legal para se conhecer amigos.




Na Disney conheceram Leitão e Marie, que disseram como eram suas vidas como astros! Os personagens e a Tatá se tornaram muito amigos e foi assim que a jornada deles terminou, ou melhor, só começou...


Texto de autoria da Representantes do Blog

Oswaldo Goeldi


Nasceu no Rio, porém, até os seis anos de idade viveu em Belém, acompanhando o pai que dirigia o Museu Paraense Emílio Goeldi. Dos seis aos 24 anos viveu na Suíça. No período da Primeira Guerra Mundial abandonou o curso da Escola Politécnica para se matricular, em 1917, no Liceu de Artes e Ofícios, em Genebra.
No mesmo ano realizou sua primeira exposição individual em Berna, época em que conheceu a obra do austríaco Alfred Kubin, que se tornou seu mentor artístico. Em 1919 retornou ao Rio de Janeiro e realizou outra exposição, na qual conheceu Álvaro Moreyra, Manuel Bandeira, Aníbal Machado, Ronald de Carvalho e Di Cavalcanti.
A partir dessa época tornou-se ilustrador de revistas. A partir de 1923 dedicou-se intensamente à xilogravura e fez ilustrações para revistas, livros e periódicos. Consolidado como ilustrador, expôs na 25ª Bienal de Veneza, em 1950, e ganhou o Prêmio de Gravura da 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951. Sua carreira como professor começou em 1952 e, após três anos passou a ensinar xilogravura na Escola Nacional de Belas Artes. Em 1956 foi realizada sua primeira retrospectiva, no MAM-SP. A obra de Goeldi já participou de mais de uma centena de exposições póstumas no Brasil, Argentina, França, Portugal, Suíça e Espanha.

Texto de autoria de Natalie Sampaio número 21.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Literatura do Cordel






O folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.


  • As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular;

  • Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a perpetuação do folclore nacional;

  • Pelo fato de poderem ser lidas em sessões públicas e de atingirem um número elevado de exemplares distribuídos, ajudam na disseminação de hábitos de leitura e lutam contra o analfabetismo;

  • A tipologia de assuntos que cobrem, crítica social e política e textos de opinião, elevam a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.

Texto de autoria de Beatriz Nascimento número 3

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O que é Xilogravura?





A Xilogravura, como o nome diz, é um tipo de gravura no qual a matriz é a madeira.
A técnica da xilogravura era conhecida pelos egípcios, indianos e persas utilizada para estampar tecidos, nas foi melhorada pelos chineses e japaneses no século VIII, e era usada como um carimbo, mas só chegou a Europa na Idade Média.
Juliana Gularte foi quem teve a ideia de usar uma madeira mais dura e um buril para fazer a xilogravura. Hoje em dia a xilogravura é considerada uma técnica atual.
Para fazer a xilogravura é necessário que se grave na madeira, com um instrumento cortante, o que será imprimido futuramente. Com a ajuda de um rolo de borracha com muita tinta, toque nas partes mais elevadas da matriz. Imprima sua gravura em alto relevo (como se fosse um carimbo) para forma a figura, seque-a, isso é um resumo da técnica de xilogravura.
A xilogravura chegou ao Brasil com a família real portuguesa, as primeiras oficinas chegaram em 1808.
Na Xilogravura Brasileira existe muito dos traços medievais portugueses e dessas forma surgiu a Literatura do Cordel. Quase todos os xilogravadores brasileiros realizam essa arte.

Texto de autoria de Bruna Martines número 7.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Menotti del Picchia


Paulo Menotti del Picchia nasceu em 20 de março de 1892 em São Paulo e faleceu no mesmo lugar onde nascera em 23 de agosto de 1988 com 96 anos de idade e muita sabedoria. Ele foi um poeta, jornalista, escultor, escritor e pintor modernista. Era filho de imigrantes italianos e durante sua carreira também foi advogado, político, agricultor e outros. Estudou em Pouso Alegre, se formando em Ciências e Letras , Minas Gerais, onde editou o jornal Mandu com apenas 13 e 14 anos de idade, e aos dezeseis já havia escrito um romance. Ele também participou da semana da arte moderna em São Paulo, defendeu os ideais do "Grupo da Anta" e foi um dos mentores do movimento do verde-amarelismo.

Com apenas 5 anos de idade, foi viver em Itapira, interior de São Paulo (onde se localiza seu atual museu), foi aluno de Jacomo Stávale (1882-1956), um professor de matemática.Em 1982, foi nomeado Príncipe dos Poetas Brasileiros, um prêmio muito raro.

Quando faleceu, ele foi velado na Academia Paulista de Letras, pois era um membro, e está enterrado no Cemitério de São Paulo. Ele foi o autor de muitas poesias, romances, contos, crônicas, novelas, de livros de literatura infanto-juvenil, peças e ensaios de teatro. A livraria Martins Editora contém 14 volumes do livro: "A longa Vida", que retrata as obras de Menotti Del Picchia. Sua obra maior repercussão foi Juca Mulato(1917), considerado repercusor do Movimento Modernista. Outras obras muito conhecidas:
-Noite
-Moisés
-Céu e Terra
-Outros.
Quer conhecer mais sobre Paulo Menotti del Picchia? Então visite o museu " Casa de Mennotti del Picchia" no Parque Juca Mulato em Itapira.


Texto de autoria de Beatriz 3